“Só Fé” une L7nnon, Eli Soares, Chris MC, Ton Carfi e mais 16 artistas em movimento que aproxima a música urbana e o gospel
Idealizado por Roger Vale e Alexandre Duncan, o projeto reúne 20 artistas em sete faixas inéditas, uma websérie e um álbum produzido por Papatinho para retratar um novo momento da cultura brasileira, em que a fé conecta diferentes gerações e estilos musicais
O Só Fé apresenta um dos maiores encontros já realizados entre artistas da música urbana e do gospel no Brasil. São 20 nomes reunidos em sete faixas inéditas, uma websérie em oito episódios e um álbum produzido por Papatinho, tendo a fé como elo entre diferentes trajetórias musicais e como reflexo de uma transformação cultural que já pode ser observada nas ruas, nas igrejas e nas playlists da nova geração.
O projeto já está disponível em todas as plataformas digitais. Ouça aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/Improvavel
O movimento estreia com “Improvável”, faixa que une L7nnon e Eli Soares e inaugura uma série de colaborações entre alguns dos principais nomes da cena urbana e da música gospel, como Ton Carfi, Chris MC, Caio Luccas, Victin, Nesk, Brunno Ramos, Kawe, Cjota, Jessé Alcantara, Lezin, Califfa, Drinpe e mais.
Nas periferias, nas playlists e nas conversas da nova geração, a música urbana e o gospel já convivem há bastante tempo. Jovens transitam naturalmente entre o trap e o louvor, construindo uma relação com a fé que não cabe mais em definições rígidas. É desse movimento que já acontece nas ruas do Brasil que nasce o Só Fé, reunindo artistas dos dois universos em encontros inéditos para transformar uma conexão cultural em música, diálogo e conteúdo audiovisual.
“A gente não criou uma conexão. Só colocou no mesmo estúdio uma conversa que já estava acontecendo nas ruas do Brasil”, resume Papatinho.
Cada encontro foi pensado para ir além da afinidade musical. As combinações aproximam artistas que dificilmente dividiriam o mesmo processo criativo, criando um espaço onde experiências de vida, diferentes perspectivas e trajetórias se cruzam de maneira espontânea. O resultado são canções que falam sobre fé, transformação, identidade, esperança e recomeço sem se prender aos limites tradicionais de um gênero musical.
“Mais do que unir artistas, este projeto une propósitos. Acreditamos que a verdadeira fé rompe barreiras, aproxima pessoas e faz da música uma ponte para levar esperança, amor e transformação”, afirma Roger Vale, diretor artístico.
Essa proposta também se estende à websérie, que acompanha todo o processo criativo. Dividida em oito episódios, a produção registra os bastidores de cada encontro, desde a primeira conversa entre artistas que muitas vezes sequer se conheciam até o processo de composição, gravação e construção das faixas. Mais do que mostrar o making of de um álbum, a série revela as histórias pessoais, os pontos de convergência, as divergências e as reflexões sobre espiritualidade, origem, propósito e carreira que surgem durante o processo criativo.
“Gravamos esse projeto na Papatunes, ao lado de grandes amigos. Espero que este seja apenas o começo de um formato que siga vivo, independentemente da gente. Que esses dois universos continuem se encontrando, se conectando e gerando muitas parcerias musicais, com ou sem o Só Fé”, afirma Alexandre Duncan, que também assina a direção artística do projeto.
Os lançamentos acontecem em sequência, conduzindo o público até o álbum completo enquanto novos episódios da websérie aprofundam a história por trás de cada colaboração. A proposta é que cada faixa seja apresentada como um capítulo de um movimento maior, construído a partir de encontros reais entre artistas que representam algumas das vozes mais relevantes da música brasileira contemporânea.
Ao reunir nomes que, juntos, alcançam milhões de ouvintes mensais e exercem forte influência sobre diferentes públicos, o Só Fé reforça que a fé não pertence a um único estilo musical. Ela atravessa gêneros, gerações e territórios, conectando artistas que ajudam a contar a história de um Brasil onde a rua e a igreja já não caminham em direções opostas, mas dividem a mesma trilha sonora.
