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Grupo educacional de SP quer comprar 10 escolas nos próximos 5 anos
Tempo de leitura: 3 Minutes

Após compra no final de 2024 de uma das melhores escolas de Londrina, o objetivo do Giusto 5 é expandir com novas aquisições focadas nos estados de São Paulo e Paraná

O grupo educacional Giusto 5 chega em 2025 com cerca de 2000 alunos após a aquisição do colégio Maxi, no Paraná. O Giusto 5 tem perspectivas boas de crescimento nos próximos anos, uma vez que o nicho continua em alta e promete muitos negócios já nesse ano. Quando criou o grupo Giusto 5, em 2022, com a aquisição da sua primeira escola, Bruno Chaves (CEO do grupo) apostou num setor que conhece bem há anos.

Chaves é advogado e trabalhou no setor de fusões e aquisições de alguns dos melhores escritórios do País, como Demarest Advogados, Felsberg e Associados e Azevedo Sette Advogados. Foi analista no Banco Credit Suisse Brasil, desenvolveu a área de Investment Banking do Banco De Lage Landen S.A. (empresa Rabobank), liderando a estruturação de diversas Joint Ventures entre o banco e empresas estrangeiras que ingressavam no mercado brasileiro. Bruno ainda fundou a Advisory Services Group (ASG) com profissionais egressos do mercado financeiro. A ASG dá assessoria empresarial completa, desde consultoria em assuntos recorrentes do dia a dia até planejamentos estratégicos. Para completar, ainda ministrou aulas como professor convidado nos Programas de LLM da UNISINOS e MBA da FGV.

Hoje, o grupo Giusto 5 já é dono de 3 escolas, 2 em São Paulo (Giusto 5 e Viva 5) e agora 1 no Paraná (Maxi). O CEO completa que o objetivo é comprar mais 10 escolas nos próximos 5 anos em São Paulo e no Paraná, estados estratégicos para o crescimento do grupo. Todas as aquisições foram feitas com capital próprio até agora, mas não é descartada a possibilidade de captar investimentos em algum momento no futuro.

E investir nesse nicho continua sendo uma bom plano. De acordo com o sócio do setor de educação da KPMG no Brasil, apesar do forte processo de consolidação ocorrido nos últimos anos, educação ainda é um setor com alto potencial de fusões e aquisições, principalmente no ensino básico e em soluções educacionais, majoritariamente em Edtechs. Para a KPMG, o ritmo de transações deve continuar com maior força em 2025, quando espera-se que o mercado esteja mais favorável a ofertas públicas (IPO).

Chaves aposta nisso desde 2022. Ele explica que quando criou o grupo elaborou uma tese para educação baseada em 5 pilares: excelência acadêmica, desenvolvimento emocional, esportes, cultura bilingue e integração social. Os alunos são avaliados em quesitos específicos de cada um desses pilares desde a educação infantil até os anos finais da educação fundamental. A ideia é que todas as escolas adquiridas sigam esses pilares. “Porém, no caso do Maxi, todas as mudanças serão muito graduais. A Cognita fez bastante no que tange ao Desenvolvimento Emocional e Integração Social, porém a prioridade no Maxi hoje é recuperar a Excelência Acadêmica, que ficou um pouco de lado. Nossa intenção é investir bastante em esportes também”, explica.

Os números do grupo são animadores. Quando adquiriu o Giusto, o colégio tinha 450 alunos. Hoje já são mais de 700 alunos. O grupo quer oferecer uma escola de cultura bilingue de excelência e com ótima aprovação no vestibular a um preço mais acessível. “A capacitação contínua dos professores e funcionários é um dos pontos mais importantes para nós”, diz o CEO. Todos os funcionários têm aulas de inglês, cursos de integração social e desenvolvimento emocional.

Transporte gratuito também é um diferencial para as escolas de São Paulo, que ficam na Granja Viana e em Itapecerica da Serra. O aluno pode optar por um benefício na mensalidade ou receber o transporte. O Grupo aposta alto na educação em período integral, que é oferecida desde o infantil até os anos finais do Fundamental, com atividades esportivas diárias, incluindo natação.